Poetisa/Professora LUCIANE SILVA - Recife/PE.
Infanto-Juvenil (homenagem à mulher no seu dia internacional)
Jardim encantado
coração aberto em flor
suas atitudes
exalam perfume de amor.
Independente ou submissa
pelas circunstâncias da vida
luta e não desiste
de promover:
a Paz e a Justiça.
Cabeça erguida
diante das barreiras
ainda dos preconceitos
quer conquistar seus direitos.
(Em, 08/março/2012)
terça-feira, 13 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
CORAÇÃO POETA (Dr. Herculano Alencar-CULA)-SP.
Soneto: Herculano Alencar (CULA) - Piauiense de Piripiri, médico formado pelo Recife-PE, especializado e radicado em São Paulo-SP.
Este meu coração velho de guerra,
que sacode avexado, sem descanso...
já foi bruto e cruel, agora é manso
como a luz do luar ao pé da serra.
Já não morre de amores pela terra
ou paixão poela musa mais amada
calejou-o, coitado, a longa estrada
das paixões e amores que ele encerra.
Esta bomba pulsante e musculosa,
carne quente e vermelha, cor de rosa,
que contrista meu peito à revelia.
Hoje verte meu sangue, a bel-prazer,
nas entranhas sombrias do meu ser
como um rio num mar de poesia.
Este meu coração velho de guerra,
que sacode avexado, sem descanso...
já foi bruto e cruel, agora é manso
como a luz do luar ao pé da serra.
Já não morre de amores pela terra
ou paixão poela musa mais amada
calejou-o, coitado, a longa estrada
das paixões e amores que ele encerra.
Esta bomba pulsante e musculosa,
carne quente e vermelha, cor de rosa,
que contrista meu peito à revelia.
Hoje verte meu sangue, a bel-prazer,
nas entranhas sombrias do meu ser
como um rio num mar de poesia.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
BUCOLISMO FILOSÓFICO (Dr. Herculano Alencar-CULA)
Soneto de Herculano Alencar (CULA)
Quando o mugir do boi desperta o dia,
o sol chacoalha luzes sobre o pasto,
eu pego-me a pensar o quanto é vasto
o chão que Deus plantou a poesia.
Aqui e ali, um verso anuncia
o parto de um poema concebido
a terra abre o ventre adormecido
e espalha vida feito epidemia.
Quando o ruflar das asas silencia,
o sol veste as cobertas do horizonte,
a lua ascende aos céus por trás do monte.
E toda essa saudade se esvazia...
eu pego-me pensando nesse instante,
que tenho muito mais que merecia.
(RL = T2929686)
(O poeta nasceu em Piripiri-PI, fez medicina em Recife-PE e especializou-se em São Paulo-SP onde reside até agora)
Quando o mugir do boi desperta o dia,
o sol chacoalha luzes sobre o pasto,
eu pego-me a pensar o quanto é vasto
o chão que Deus plantou a poesia.
Aqui e ali, um verso anuncia
o parto de um poema concebido
a terra abre o ventre adormecido
e espalha vida feito epidemia.
Quando o ruflar das asas silencia,
o sol veste as cobertas do horizonte,
a lua ascende aos céus por trás do monte.
E toda essa saudade se esvazia...
eu pego-me pensando nesse instante,
que tenho muito mais que merecia.
(RL = T2929686)
(O poeta nasceu em Piripiri-PI, fez medicina em Recife-PE e especializou-se em São Paulo-SP onde reside até agora)
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
NUNCA MAIS VOCÊ E EU
Da poetisa carioca Glorinha Gaivota
Nunca mais o seu olhar
o seu carinho
o seu chegar
Nunca mais nós dois
a olharmos as estrelas
e com a lua conversar
Nunca mais nossos passeios
a caminhar junto ao mar
e as nossas doces brincadeiras
nossos sonhos de luar
Nunca mais você e eu
a sermos únicos
nos laços do bem querer
que a vida nos permitiu
por uma jornada viver.
(Postado em meu orkut em 17/outubro/2011, de onde transcreví para este blog).
Nunca mais o seu olhar
o seu carinho
o seu chegar
Nunca mais nós dois
a olharmos as estrelas
e com a lua conversar
Nunca mais nossos passeios
a caminhar junto ao mar
e as nossas doces brincadeiras
nossos sonhos de luar
Nunca mais você e eu
a sermos únicos
nos laços do bem querer
que a vida nos permitiu
por uma jornada viver.
(Postado em meu orkut em 17/outubro/2011, de onde transcreví para este blog).
terça-feira, 4 de outubro de 2011
S A M A N T A
Acróstico (04/outubro/2011)
(Carlos Celso Uchoa Cavalcante)
S orriso meigo e beleza tanta
A espargir-se em tí com sutileza
M elindre do tratar da natureza
A misturar-se com um olhar que encanta
N a resplandência dessa formosura
T ua imagem só traduz candura
A te fazer tão linda assim, Samanta!
(Carlos Celso Uchoa Cavalcante)
S orriso meigo e beleza tanta
A espargir-se em tí com sutileza
M elindre do tratar da natureza
A misturar-se com um olhar que encanta
N a resplandência dessa formosura
T ua imagem só traduz candura
A te fazer tão linda assim, Samanta!
EU... SOU ALGUÉM
Poema da Poetisa ESPERANÇA VAZ
Cocal-Piauí (11/04/2011)
Eu...
sou alguém que às vezes penso ser tudo não sendo nada
sou alguém vivendo a vida que se conta os que morreram
sou alguém que também sofre o que muitos já sofreram
sou alguém que traz a vida tão confusa e tão pesada.
Eu...
sou alguém que também chora por uma desilusão
sou alguém que também rir ao ver feliz outro alguém
sou alguém que se apieda daquele que nada tem
sou alguém que tendo vida tem sensível coração.
Eu...
sou alguém que vai à estrada em busca do que merece
sou alguém que olha o mundo e definí-lo não sabe
sou alguém que também pede para que a falsidade acabe
sou alguém que leva ao céu diariamente uma prece.
Eu...
sou alguém que nada tendo, tem muito mais que merece
sou alguém que nada sendo, é muito mais que deseja
alguém que nada sabendo, sabe mais do que almeja
alguém que por outra vida, SUA PRÓPRIA VIDA ESQUECE!
Cocal-Piauí (11/04/2011)
Eu...
sou alguém que às vezes penso ser tudo não sendo nada
sou alguém vivendo a vida que se conta os que morreram
sou alguém que também sofre o que muitos já sofreram
sou alguém que traz a vida tão confusa e tão pesada.
Eu...
sou alguém que também chora por uma desilusão
sou alguém que também rir ao ver feliz outro alguém
sou alguém que se apieda daquele que nada tem
sou alguém que tendo vida tem sensível coração.
Eu...
sou alguém que vai à estrada em busca do que merece
sou alguém que olha o mundo e definí-lo não sabe
sou alguém que também pede para que a falsidade acabe
sou alguém que leva ao céu diariamente uma prece.
Eu...
sou alguém que nada tendo, tem muito mais que merece
sou alguém que nada sendo, é muito mais que deseja
alguém que nada sabendo, sabe mais do que almeja
alguém que por outra vida, SUA PRÓPRIA VIDA ESQUECE!
sábado, 3 de setembro de 2011
"DEUS PINTA COM POESIA" - "A HORA DO SOL SE POR"
Autor: Poeta JÚNIOR ADELINO
Enviado (via orkut) pelo Poeta WILSON CHINA & Água de Cacimba
Tabira- Pernambuco 02 de setembro de 2011
Um sertanejo suado
com o corpo cheio de grude
vai se banhar num açude
depois da luta do gado
um passarinho inspirado
enche o peito, igual a tenor
e o sol apagando a cor
da claridade do dia
"DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR"
Distante se escuta o canto
tristonho de uma cauã
e um bando de ribaçã
deixa no céu, um encanto
seis horas me sento e janto
ao som de um rádio motor
e nesta hora o locutor
solta uma ave maria
"DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR"
Seis e meia uma galinha
sai ciscando do terreiro
voando para o poleiro
e num galho de pau de aninha
vem-se um cheiro da cozinha
de um café no coador
e acompanhando o sabor
bolo de milho em fatia
"DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR"
Enviado (via orkut) pelo Poeta WILSON CHINA & Água de Cacimba
Tabira- Pernambuco 02 de setembro de 2011
Um sertanejo suado
com o corpo cheio de grude
vai se banhar num açude
depois da luta do gado
um passarinho inspirado
enche o peito, igual a tenor
e o sol apagando a cor
da claridade do dia
"DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR"
Distante se escuta o canto
tristonho de uma cauã
e um bando de ribaçã
deixa no céu, um encanto
seis horas me sento e janto
ao som de um rádio motor
e nesta hora o locutor
solta uma ave maria
"DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR"
Seis e meia uma galinha
sai ciscando do terreiro
voando para o poleiro
e num galho de pau de aninha
vem-se um cheiro da cozinha
de um café no coador
e acompanhando o sabor
bolo de milho em fatia
"DEUS PINTA COM POESIA
A HORA DO SOL SE POR"
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