Vem cá
vamos conversar a distância
sem teclados ou atalhos
apenas deixando as palavras
escorrerem pelos dedos
nos rabiscos que a emoção ditar,
nessa fome de nós...
Aqui, a saudade desliza
nas esquinas de nosso ôntem
e volta tentando te encontrar
nos versos que ainda não criei;
As lágrimas molham o papel
e a pena com pena de mim,
se recusa a escrever;
Então rasgo a página e recomeço,
porém a lápis.
Não para apagar meus erros
mas para continuar
do jeito possível,
pois impossível é deixar
de falar contigo
nos versos coloridos ou
em preto e branco
nas folhas que choram comigo
nesta saudade infinita...
Vem cá,
vamor falar de amor?
IZABEL DIAS (Guaratinguetá-SP.) 19/junho/2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
DIIA DO TRABALHO
D ia primeiro de maio
I ncita o trabalhador
A proclamar seu valor.
D e que valor se assunta?
O trabalhador pergunta!
T endo as mãos calejadas
R etratando as jornadas
A que foi submetido!...
B ravejar não faz sentido
A omissão continúa;
L egal até ser paspalho
H oje eu vou levar pra rua
O grito "viva o trabalho"
Acróstico: 30/abril/2011
Carlos Celso Uchoa Cavalcante
I ncita o trabalhador
A proclamar seu valor.
D e que valor se assunta?
O trabalhador pergunta!
T endo as mãos calejadas
R etratando as jornadas
A que foi submetido!...
B ravejar não faz sentido
A omissão continúa;
L egal até ser paspalho
H oje eu vou levar pra rua
O grito "viva o trabalho"
Acróstico: 30/abril/2011
Carlos Celso Uchoa Cavalcante
sexta-feira, 8 de abril de 2011
FICAREI MUITO FELIZ !
Se os leitores que visitam minhas páginas: blog, orkut, e-mail, recanto das letras, seja qual for, entrem em contato comigo, em português, é claro. Obg. e um abraço para cada um que ler esta postagem.
terça-feira, 29 de março de 2011
A MINHA PRIMEIRA EZ
Autor: OS NONATOS (Dupla)
Enviado pelo Poeta: Wilson China (PE)
A minha primeira vez
foi num pé de uma janela
nem foi em pé nem deitado
de frente nem de costela
eu ainda tô pra saber
que posição foi aquela.
Por ela ser de programa
eu fui um pouco sem jeito
quando eu ví ela pelada
deitada em cima do leito
eu disse "valha meu DEUS"
o desmantelo tá feito.
Eu como nã tinha classe
não conversei, não dei cheiro
fiz o seviço depressa
como preá de balseiro
coelho dentro da toca
e galo solto no terreiro.
Com tanta vontade eu vinha
que nem deu tempo esperar
que a mulher tomasse banho
pra perfumada ficar
que aquilo a primeira vez
a gente faz sem cheirar.
Beijei sem querer beijar
e jurei sem cumprir jura
ela vinha me alisando
dos pés até a cintura
no fim me deixou mais mole
do que banana madura.
Enviado pelo Poeta: Wilson China (PE)
A minha primeira vez
foi num pé de uma janela
nem foi em pé nem deitado
de frente nem de costela
eu ainda tô pra saber
que posição foi aquela.
Por ela ser de programa
eu fui um pouco sem jeito
quando eu ví ela pelada
deitada em cima do leito
eu disse "valha meu DEUS"
o desmantelo tá feito.
Eu como nã tinha classe
não conversei, não dei cheiro
fiz o seviço depressa
como preá de balseiro
coelho dentro da toca
e galo solto no terreiro.
Com tanta vontade eu vinha
que nem deu tempo esperar
que a mulher tomasse banho
pra perfumada ficar
que aquilo a primeira vez
a gente faz sem cheirar.
Beijei sem querer beijar
e jurei sem cumprir jura
ela vinha me alisando
dos pés até a cintura
no fim me deixou mais mole
do que banana madura.
segunda-feira, 28 de março de 2011
DAS ATITUDES NECESSÁRIAS
Poetisa: LARISSA (MG) - NOP - Nova Ordem da Poesia
É urgente o amor
como um barquinho no mar
é urgente esse ardor
é preciso navegar
Encontrar outros mares
recantos sagrados da alma
colher a flor da roseira
é urgente o som que acalma
Encantos nunca antes navegados
é preciso amar...
amar para não perecer
amar para eternizar
amar para não sofrer
e sonhar para conjugar
É urgente uma canção
que fale de poesia e do barulho do vento
não é preciso argumento
o amor se basta
canta na harpa do coração
É urgente amar
para renovar a esperança e a fé
para ter tudo que se quer
porque a vida pode ser milagrosa
basta deixar o amor gotejar como o orvalho na rosa.
É urgente o amor
como um barquinho no mar
é urgente esse ardor
é preciso navegar
Encontrar outros mares
recantos sagrados da alma
colher a flor da roseira
é urgente o som que acalma
Encantos nunca antes navegados
é preciso amar...
amar para não perecer
amar para eternizar
amar para não sofrer
e sonhar para conjugar
É urgente uma canção
que fale de poesia e do barulho do vento
não é preciso argumento
o amor se basta
canta na harpa do coração
É urgente amar
para renovar a esperança e a fé
para ter tudo que se quer
porque a vida pode ser milagrosa
basta deixar o amor gotejar como o orvalho na rosa.
VEM COMIGO...
Poetisa: IZABEL DIAS (Mauá-SP.)
Vem comigo de olhos fechados
acredita mais no sentir que no tato
e sejamos lúcidos de loucos chamados.
Vem comigo mergulhar nas águas dos sonhos
no reflexo de nós e nas gotas de amor do caminho
onde tudo pode ser nada e nada pode ser tudo.
Vem comigo rir e chorar poesia
dar asas aos sentimentos
e a muitos fazer companhia...
Vem comigo de olhos fechados
acredita mais no sentir que no tato
e sejamos lúcidos de loucos chamados.
Vem comigo mergulhar nas águas dos sonhos
no reflexo de nós e nas gotas de amor do caminho
onde tudo pode ser nada e nada pode ser tudo.
Vem comigo rir e chorar poesia
dar asas aos sentimentos
e a muitos fazer companhia...
terça-feira, 22 de março de 2011
APOLOGIA DA TRISTEZA
Poetisa: REGINA Cnl Poesias (SP)
Que tristeza é essa que domina
será uma síndrome ancestral
que me anima a fazer apologia
da agonia e melancolia.
Sim! porque comigo não combina
será que é destino da poesia
jogar ao vento só o sofrimento
sem abrigo, conforto, só lamento.
Mas é regra que o poeta seja triste
um grito de clamor pelo espaço
para provar que seu amor existe.
E esse grito quanto mais profundo
nem todas as alegrias do mundo
vão valer um soneto que faço.
Que tristeza é essa que domina
será uma síndrome ancestral
que me anima a fazer apologia
da agonia e melancolia.
Sim! porque comigo não combina
será que é destino da poesia
jogar ao vento só o sofrimento
sem abrigo, conforto, só lamento.
Mas é regra que o poeta seja triste
um grito de clamor pelo espaço
para provar que seu amor existe.
E esse grito quanto mais profundo
nem todas as alegrias do mundo
vão valer um soneto que faço.
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